200 índices, só ajudam a entender a realidade.
Índices são valores médios que procuram demonstrar a realidade. Para saber dessa realidade precisamos de muito mais.
Um professor disse uma vez que ao colocar a cabeça de um indivíduo no forno aceso e os pés em uma geladeira, ligada, ele teria a temperatura média do corpo ideal porém ia morrer de qualquer jeito.
Um índice de Inflação, desemprego, atividade econômica e todos enfim, exigem mais conhecimento, sempre, para que tenham sentido. Como eu disse, na média está ótimo.
Com o índice de desemprego ocorre a mesma coisa.
Os índices estão ótimos apontando para o "pleno emprego". Se é bom? Claro que é. Porém, para ter sentido precisamos ver que ele não mostra tudo.
Acontece que existem muitas pessoas sem emprego, descontentes, infelizes, que são brasileiros e o governo precisa pensar e trabalhar por elas, não aparecem no índice e que estão em casa atrás de computadores, ou estão atoa se fazer nada vendo à custa dos outros, gerando custos para o governo e para a sociedade.
Outros não aparecem e estão trabalhando em sub empregos ou atividades informais, estão desempregados e não aparecem em qualquer índice.
O interessante de se notar é que são desempregados e não aparecem nos índices. Ficaram numerosos, capazes de arregimentarem legiões de pessoas iguais a sí e pessoas com outros interesses, principalmente classe média, levando até 50 mil pessoas aos protestos de rua em várias cidades.
Dá para entender que estamos no pleno emprego, analisando todas as pessoas que saíram para procurar emprego nós estamos "bem na fita".
Ao olharmos as pessoas desempregadas que não saíram para procurar emprego, vemos que o índice não mostra a realidade do emprego.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
sábado, 27 de julho de 2013
201 Quem não aparece nos índices de desemprego
201 Quem não aparece nos índices e depende do governo e das famílias gerando custos?
Estudantes até 18 anos que estudam, os que não estudam, jovens que não trabalham e não estudam, jovens que não se formaram e não vão se formar, menores de idade que poderiam produzir, autônomos, maiores de idade que ficam atoa e não aceitam trabalhar por pouco já que são formados, preguiçosos que os país sustentam, vagabundos, ladrões, assassinos, viciados.
De repente, acho que cheguei ao perfil mais real dos que iniciaram as manifestações de JUN JUL 2013.
Todos esses, estão vivendo a custa das famílias ou dos governos através de bolsas, benesses sociais diversas, serviços públicos de educação, saúde, transporte.
O pior de tudo é que, são numerosos e os governos e a imprensa e a sociedade não fala neles como merecedores de políticas de atenção. Aliás fala de um modo particular e negativo como abaixo:
1) Desemprego de formados em curso superior é grande e aumenta.
2) Abandono da escola é alto.
3) Só vão para a escola merendar.
4) Só vão a escola para os pais receberem o bolsa família, se não recebesse não iriam.
5) Violência aumenta entre jovens.
6) Assassinatos de armas de fogo mata mais jovens.
Existem problemas menos visíveis e que causam muito custo para o governo e as famílias:
1) Gasto com escolas técnicas federais formam pessoas que não vão trabalhar em profissões técnicas já que a maioria vai passar no vestibular e fazer curso superior. Os gastos com o profissionalizante foram desperdiçados já que bastava o 2º grau sem profissionalizar. Porcentagem pequena vai trabalhar na profissão técnica para a qual se formaram mesmo que não façam curso superior.
2) Cria-se mais escolas técnicas pensando que vai melhorar o ensino. Só que o que torna a escola técnica melhor é a competição para entrar nela e colocar lá alunos mais estudiosos. Ao facilitar a entrada transforma-se escola de ponta em escola de 5ª qualidade.
3) Universidades federais têm melhor ensino pelo mesmo motivo, ingresso de alunos mais preparados. Os outros alunos também têm direito. Lógico que têm porém, estão mais despreparados.
4) O governo gasta e leva as pessoas a gastarem fortunas na formação superior para ficarem desempregados ou em empregos que exigem menores qualificações.
5) Pessoas formadas, desempregadas ou em sub empregos, pagando o crédito educativo são mais infelizes decepcionadas e revoltadas. Elas fazem protestos e manifestações.
6) Excesso de protecionismo trabalhistas dá a sensação de que as pessoas só têm direitos nos empregos formais contribuindo para que produzam menos, acharem que estão trabalhando muito e aumentam o custo de produção das empresas brasileiras.
Muitos outros equívocos estão acontecendo para infelicitarem nosso povo, pensem mais e verão que existem muito mais problemas a serem trazidos à tona.
Estudantes até 18 anos que estudam, os que não estudam, jovens que não trabalham e não estudam, jovens que não se formaram e não vão se formar, menores de idade que poderiam produzir, autônomos, maiores de idade que ficam atoa e não aceitam trabalhar por pouco já que são formados, preguiçosos que os país sustentam, vagabundos, ladrões, assassinos, viciados.
De repente, acho que cheguei ao perfil mais real dos que iniciaram as manifestações de JUN JUL 2013.
Todos esses, estão vivendo a custa das famílias ou dos governos através de bolsas, benesses sociais diversas, serviços públicos de educação, saúde, transporte.
O pior de tudo é que, são numerosos e os governos e a imprensa e a sociedade não fala neles como merecedores de políticas de atenção. Aliás fala de um modo particular e negativo como abaixo:
1) Desemprego de formados em curso superior é grande e aumenta.
2) Abandono da escola é alto.
3) Só vão para a escola merendar.
4) Só vão a escola para os pais receberem o bolsa família, se não recebesse não iriam.
5) Violência aumenta entre jovens.
6) Assassinatos de armas de fogo mata mais jovens.
Existem problemas menos visíveis e que causam muito custo para o governo e as famílias:
1) Gasto com escolas técnicas federais formam pessoas que não vão trabalhar em profissões técnicas já que a maioria vai passar no vestibular e fazer curso superior. Os gastos com o profissionalizante foram desperdiçados já que bastava o 2º grau sem profissionalizar. Porcentagem pequena vai trabalhar na profissão técnica para a qual se formaram mesmo que não façam curso superior.
2) Cria-se mais escolas técnicas pensando que vai melhorar o ensino. Só que o que torna a escola técnica melhor é a competição para entrar nela e colocar lá alunos mais estudiosos. Ao facilitar a entrada transforma-se escola de ponta em escola de 5ª qualidade.
3) Universidades federais têm melhor ensino pelo mesmo motivo, ingresso de alunos mais preparados. Os outros alunos também têm direito. Lógico que têm porém, estão mais despreparados.
4) O governo gasta e leva as pessoas a gastarem fortunas na formação superior para ficarem desempregados ou em empregos que exigem menores qualificações.
5) Pessoas formadas, desempregadas ou em sub empregos, pagando o crédito educativo são mais infelizes decepcionadas e revoltadas. Elas fazem protestos e manifestações.
6) Excesso de protecionismo trabalhistas dá a sensação de que as pessoas só têm direitos nos empregos formais contribuindo para que produzam menos, acharem que estão trabalhando muito e aumentam o custo de produção das empresas brasileiras.
Muitos outros equívocos estão acontecendo para infelicitarem nosso povo, pensem mais e verão que existem muito mais problemas a serem trazidos à tona.
Assinar:
Postagens (Atom)